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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Necessidade de entrega ao ministério sacerdotal, destaca Arcebispo de Aparecida




Arcebispo de Aparecida destaca necessidade de entrega ao ministério sacerdotal

D. Raymundo Damasceno rezou pelas vocações com seminaristas e formadores

SÃO PAULO, quinta-feira, 20 de agosto de 2009 (ZENIT.org) - O Arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis, pediu que os padres procurem cada vez mais, “a exemplo do Cristo Bom Pastor, ser dedicados ao seu povo, entregando-se de corpo e alma ao seu ministério sacerdotal”.

Dom Damasceno, que é Presidente do CELAM (Conselho Episcopal Latino-Americano), concedeu declarações no contexto da visita ao Noviciado dos Legionários de Cristo, em Arujá, São Paulo, no dia 3 de agosto.

Ao lado do Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, Dom Damasceno celebrou à missa com seminaristas e formadores, no contexto da festividade de São João Maria Vianney.

A celebração da memória do Santo Cura D’Ars, segundo o presidente do CELAM, foi oportunidade de “rezar de modo muito particular por todos os presbíteros, pedindo para que cada um fique fiel a sua vocação”.

Dom Damasceno lembrou que se pediu na Eucaristia “para que Deus nos envie muitas vocações sacerdotais, para que tenhamos cada vez mais um número adequado de presbíteros que sejam santos, qualificados, para tornar realidade a nova evangelização no mundo de hoje”.

O diretor territorial dos Legionários de Cristo no Brasil, Pe. Manuel Aromir, LC, afirmou que a visita dos dois arcebispos foi “uma graça muito especial”. Segundo o sacerdote, os seminaristas “aprendem com os modelos que os senhores Bispos trazem para eles”.

A memória do Cura D’Ars, segundo Pe.Aromir, recorda aos sacerdotes “essa paixão com que temos de viver a nossa vocação e não ter medo, ir para frente e seguir alicerçando a salvação da humanidade, da qual somos mensageiros”.

Dom Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Ano Sacerdotal: Um ano para rezar com os sacerdotes e por eles






Um ano para orar com os sacerdotes e por eles, pede Arcebispo


Dom Raymundo Damasceno Assis abre Ano Sacerdotal em Aparecida



APARECIDA, sexta-feira, 19 de junho de 2009 (ZENIT.org).- O Arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis, abriu hoje, no Santuário Nacional, o Ano Sacerdotal, pedindo que este seja um tempo de orar com os padres e na intenção deles.

Dom Damasceno presidiu à missa das 9h na Basílica do Santuário de Aparecida, que contou com a presença dos bispos e padres da região.

O Arcebispo recordou, no início de sua homilia, que o Ano Sacerdotal, proposto por Bento XVI, celebra-se no contexto dos 150 anos da morte São João Maria Vianney, patrono dos párocos e, a partir de agora, também padroeiro de todos os sacerdotes.

“Este ano deve ser tempo de graça para toda Igreja e especialmente para nós, sacerdotes”, disse o arcebispo, que pediu um esforço de todos para configurar a vida a Cristo.

Trata-se, segundo Dom Damasceno, de um “ano de renovação da espiritualidade de cada presbítero e de todo presbitério”. Este “deve ser um ano de oração dos sacerdotes e por eles”, disse.

Na solenidade do Sagrado Coração de Jesus, dia de oração pela santificação dos sacerdotes, o arcebispo convidou as comunidades a “intensificar” as orações pelos padres “em todo mundo”, e também intensificar as preces “pelo aumento das vocações sacerdotais”.

O coração de Jesus aberto é “manifestação suprema do amor de Deus”, coração que “ama profundamente, até o fim”. “Que fazer para responder a este amor imenso?”.

Dom Damasceno indicou, citando palavras de Santa Margarida Maria Alacoque, que se deve aproximar do coração de Jesus “sem temor”, mas com “amorosa confiança”.

Os presbíteros devem ser “cheios de misericórdia”, sobretudo na administração do sacramento do perdão.

Devemos “conformar nossa vida a Jesus”. Ser padre significa ser “exemplo do Bom Pastor”, “homens de misericórdia e compaixão, de coração pleno e solidário com os que sofrem todas as formas de pobreza”.

O Arcebispo convidou a que este ano seja um “chamado à conversão”, para que “Cristo Bom Pastor viva em nós e atue por meio de nós”.

Após a homilia, Dom Damasceno dirigiu-se aos sacerdotes e se procedeu à renovação das promessas sacerdotais.


Fonte: Zenit